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Organização partidária no Brasil – Uma breve reflexão sob os auspícios de Max Weber

Organização partidária no Brasil – Uma breve reflexão sob os auspícios de Max Weber

Este artigo tem como objetivo realizar uma breve análise do fenômeno partidário brasileiro, cujo debate tem sido abordado de diferentes formas por diversos especialistas, o que acabou possibilitando inúmeras reflexões. O tema que se constitui em um relevante objeto de estudo das ciências políticas será refletido aqui a partir das importantes contribuições de Max Weber (1) sobre o assunto

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A ARTE INCONDICIONAL DE AMAR

O amor é a maior força que existe no mundo. Aqui falo de amor no sentido lato e não só do sentimento que pode existir entre dois seres. O amor total é uma forte de energia que não utilizamos o suficiente. O amor é uma plenitude que no envolve até nos momentos de raiva, pois a raiva ou ódio é a antítese do amor, ou seja, o amor que está doente. Portanto, aja sempre com amor e terá sucesso na sua existência. O amor está na base de todas as grandes descobertas e grandes invenções que tiveram lugar, têm lugar e terão lugar na história da humanidade. Sem amor, não podemos construir nada de grande. O amor é simplesmente a essência que nos mantém vivos. Se os homens projetaram enormes templos, igrejas, mosteiros, sinagogas, mesquitas, foi por amor ao ser supremo: o seu salvador aquele conhecido com regente de todas as coisas que existe no universo. Se os homens fizeram descobertas em todos os domínios, foi para melhorar a vida dos seus amados irmãos. Seja no domínio da medicina, da tecnologi…

Poder e Política no pensamento de Hannah Arendt

Poder e Política no pensamento de Hannah Arendt: Vivian Santana Paixão

 Resumo

Este trabalho objetiva fazer uma
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Arendt. Para a autora, o poder está associado à capacidade de iniciar e
de desenvolver ações com os outros, estando fortemente relacionado com a
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mundo comum e de resistência à sua destruição. Palavras-chave: poder, política, Hannah Arendt, ação, liberdade.
Domingo, 23 de abril de 1995 5- 11 Folha de São Paulo

Hegel filosofa sobre a essência da caneta

OLGÂRIA CHAIM FÉRES MATOS
Especial para a Folha

Em “Como o Senso Comum Compreende a Filosofia”, um es­crito de juventude, Hegel se pro­põe responder a seu contemporâneo Krug, representante emblemá­tico do senso comum filosófico". Propõe-se em termos, pois consi­dera seu contendor - que sucede Kant na Universidade de Konigs­berg -o próprio 'non sense' rea­lista.
O interlocutor, à primeira vista, é inocente: manifesta perplexidade frente às filosofias do idealismo transcendental, em particular as de Schelling, Hegel e Fichte, dando a entender que o Criticismo não pas­sa de esquizofrenia da Razão) quan­do diferencia Eu empírico e Eu transcendental
Eis o que inviabilizaria explicar as “simples coisas'', aquelas dadas, ou melhor, pré-dadas: ingênuo em seu naturalismo, Krug adere existência de seres e objetos, igno­ra a consciência que lhes confere existência e inteligibilida…