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Mensagens

A mostrar mensagens de 2024

O peso ideológico da vitória de Donald Trump

  *Por Wilson Pedroso Donald Trump venceu as eleições presidenciais dos Estados Unidos e voltará a comandar a Casa Branca. A vitória do republicano deverá ter impactos importantes para a economia e a diplomacia mundiais, mas, antes de qualquer outra análise, devemos admitir que ela tem um peso ideológico que não pode ser ignorado. Os americanos mostraram-se mais alinhados à direita, em um movimento que já é observado em outras nações na história mais recente. No caso da eleição de Donald Trump, chama a atenção o fato de que ele tenha vencido a disputa contra Kamala Harris em duas frentes distintas, tendo conquistado a preferência dos delegados dos colégios eleitorais e também dos eleitores americanos. Segundo noticiou a imprensa, a vitória dupla não acontecia desde a vitória de George W. Bush, há 20 anos. Esse resultado deixa claro que os americanos apoiam as ideias radicais de direita de Trump. Cenários semelhantes foram observados, por exemplo, na Argentina, com a eleição de Javi...

Setembro Amarelo: familiares são as pessoas com quem os brasileiros menos falam sobre as próprias emoções, mostra estudo

  Desconforto diante da própria família é maior do que ao desabafar com outros grupos, como colegas de trabalho, terapeutas e professores No mês em que todo o país se mobiliza em torno do Setembro Amarelo — campanha nacional em prol da prevenção ao suicídio —, uma pesquisa recente traz um dado importante envolvendo a relação dos brasileiros com as próprias emoções:  para 43% das pessoas, a própria família é o último grupo com quem dividiriam detalhes de suas vidas emocionais  — atrás, inclusive, de círculos como os professores, terapeutas e até mesmo os colegas de trabalho.  A conclusão é da Preply, plataforma que, interessada na forma com que a população comunica seus sentimentos, pediu que entrevistados de todas as regiões revelassem  como se autoavaliam psicologicamente nos últimos tempos , entre detalhes como a frequência com que compartilham suas angústias e as frases mais reconfortantes quando estão enfrentando um problema pessoal. Além de destacarem os gr...

Um doce café frio

Cortella e Rios debatem sobre etarismo em evento gratuito

  No dia 10 de abril, quarta-feira, às 19h30, o Teatro Raul Cortez, do Sesc 14 Bis, tem o privilégio de receber Mario Sergio Cortella e Terezinha Azerêdo Rios para um bate-papo sobre envelhecimento. "Vivemos mais! Vivemos bem? Por uma vida plena" é o livro que inspira essa discussão filosófica e crítica e traz luz sobre planos para o futuro e qualidade de vida na maturidade.. O evento é gratuito e aberto ao público. Os ingressos estarão disponíveis a partir do dia 9 de abril, às 17h, nas bilheterias do Sesc São Paulo.

Etarismo e a ditadura do relógio

Cortella e Terezinha Rios falam de preconceito e qualidade de vida na velhice, no Sesc 14 Bis Em 2050, o número de pessoas com mais de 60 anos chegará a dois milhões – o que representará cerca de um quinto da população mundial, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Em meio a essa transformação, surge a necessidade de repensar o conceito sobre o envelhecimento.  Mario Sergio Cortella  e  Terezinha Azerêdo Rios  propõem uma abordagem filosófica e crítica para tratar desse tema no livro  Vivemos mais! Vivemos bem? Por uma vida plena , publicado pela editora  Papirus 7 Mares . Em 11 capítulos, eles partilham questões como a ditadura do relógio, planos para o futuro e qualidade de vida na maturidade. Uma questão bastante urgente debatida pelos autores é o fenômeno do  etarismo  – a discriminação e o preconceito em relação à idade. Cortella reconhece que existe uma desvalorização dos idosos e que ela é mais evidente na cultura ocidental contempo...